<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096</id><updated>2009-10-16T12:30:10.616-07:00</updated><title type='text'>Contos d'um Guerreiro</title><subtitle type='html'>Histórias que de épico não têm muito, mas também não são totalmente desprezáveis...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-8025401345411175887</id><published>2009-06-06T11:13:00.000-07:00</published><updated>2009-06-06T11:19:25.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reflexões'/><title type='text'>'Sou eu'...</title><content type='html'>&lt;p&gt;(ding dong…)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;‘-Quem é?’&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;‘-Sou eu…’&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(pééééé….)&lt;br /&gt;(tchc… pum…)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Uma coisa que sempre me fascinou foi este tipo de diálogo que se estabelece entre o dono do apartamento e o visitante…&lt;br /&gt;   Mesmo estando o morador à espera de visitas, não devia abrir a porta a alguém que diz ‘Sou eu’. Pode ser algum larápio mal intencionado que, tal como eu, chegou à conclusão que é extremamente fácil conseguir que nos abram a porta… Não, nunca experimentei isso, mas pergunto-me se resulta mesmo…&lt;br /&gt;   Será que o morador faz isso porque identifica a voz de quem está do outro lado? Hmmm, parece-me um pouco difícil… Claro que há sempre aqueles que têm vídeo-porteiro. Em relação a esses, já deve ser mais difícil enganar, mas podemos sempre dizer ‘Sou eu’, e a pessoa, não reconhecendo o indivíduo, mas ficando na dúvida se é algum primo ou tio daqueles que nunca vimos, concede a passagem na mesma… &lt;br /&gt;   Mas há sempre aqueles que perguntam ‘Eu quem?’. ‘Epa, agora é que me tramaste… deixa cá ver… Ah! Então? Já não me reconheces? Sou eu, a tua avó Ernestina que perdeu ambas as pernas no carrossel do Senhor de Matosinhos!’… ‘Ah! Já podias ter dito! Entra, entra…’. Surpreendido, o ladrão entra, mas só depois, quando se encontra mesmo em frente ao morador, é que descobre que este, para além de zarolho, tem miopia de grau 10 e usa suspensórios que lhe elevam as calças até ao pescoço! Assim não admira, aliás, até nem tem tanta piada assaltar pessoas assim.&lt;br /&gt;   Mas será tudo isto verdade? Ou existe alguma espécie de telepatia entre o visitante e o morador, fazendo com que este só abra a porta quando pressente realmente quem está do outro lado? Nunca ninguém saberá… Para além do mistério de como a esfinge perdeu o nariz, este é um dos enigmas mais obscuros deste mundo…&lt;br /&gt;   Por isso, a partir de agora, sempre que tocarem à vossa campainha e vocês perguntarem ‘Quem é?’, quem sabe se não posso ‘Ser eu’…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-8025401345411175887?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/8025401345411175887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=8025401345411175887' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/8025401345411175887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/8025401345411175887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2009/06/sou-eu.html' title='&apos;Sou eu&apos;...'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-6832533123873095885</id><published>2009-05-22T11:57:00.000-07:00</published><updated>2009-06-06T11:18:25.268-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos d&apos;um Guerreiro'/><title type='text'>O "Carolina Open"...</title><content type='html'>&lt;p&gt; Certa vez, participei num torneio de ping-pong denominado ‘Carolina Open’, levado a cabo por uma turma de desporto do 10º ano. Recorrendo agora a uma analepse, digo que já me tinha inscrito uma semana antes deste evento. Isto porque, desde que um cartaz sobre o torneio teve o prazer de ser mirado pelos meus olhos, a felicidade, loucura, vontade de estrelar ovos e alguma surpresa apoderaram-se de mim. A loucura já estava dentro de mim (assim como tudo o resto),  mas sobressaiu quando, num primeiro relance observei o nome ‘Carolina Open’ seguido de uma imagem de uma raquete de ping-pong. Foi então que percebi que era uma espécie de ‘Estoril Open’, mas com poucas semelhanças, visto que até o desporto praticado nos dois torneios é (ligeiramente) diferente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Incorrecções à parte, uma semana mais tarde acabei por estar presente neste evento. Da minha turma, só eu e um colega meu participamos, mas, como iremos ver a seguir, este torneio prometia o conhecimento de gente engraçada e peculiar, cada um à sua maneira…&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quando chegamos ao pavilhão vimos imensas pessoas, e até ficamos ligeiramente assustados (iriam todos jogar ping-pong?), mas depois ficamos a saber que anteriormente iria decorrer uma qualquer sessão de body-combat (iria, porque afinal não decorreu; para frustração daqueles jovens, e para minha indiferença). Depois de nos equiparmos convenientemente e confirmarmos a nossa entrada junto da organização, todos os participantes, que afinal até eram alguns (trinta e quatro, se não me engano), se juntaram para ouvir o professor responsável que, entre umas piadas (umas boas, outras nem por isso), lá explicou as regras gerais. Depois decorreu o sorteio, que ditava quem jogava contra quem no primeiro jogo. As regras estavam feitas de tal forma que todos podiam perder no primeiro jogo, passo a explicar: neste primeiro encontro, quem ganhasse fazia parte do quadro A; quem perdesse, ia para o quadro B. Depois o resto do torneio era realizado como dois torneios distintos (um entre os do quadro A, e outro entre os do quadro B), nos quais quem perdesse era agora eliminado. No final seria realizada uma espécie de finalíssima, entre o vencedor do quadro A e o vencedor do quadro B. Se quiserem saber mais aspectos técnicos, estivessem presentes (hihihi)!&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Sobre os jogos em si não vou falar muito, porque, caso o fizesse, teria de falar sobre os meus adversários, e não quero de maneira nenhuma ofender quem quer que seja, não havendo sequer razões para tal. Não vou falar muito, mas vou falar um pouco. Quando o destino ditou que o meu primeiro jogo seria contra uma rapariga, senti-me um pouco sortudo, porque seriam poucas (senão só uma) as raparigas que participavam neste evento. Pois bem, se antes do jogo estava contente, depois do jogo ainda fiquei mais. Não, não ganhei. Sim, perdi no primeiro jogo. Mas não, estava longe de estar triste. Claro que nunca me agrada perder, mas fiquei com aquela sensação de que fiz parte de um bom jogo (equilibrado, de uma maneira geral), e o melhor ganhou! Este primeiro jogo ficará para sempre na minha memória, seguramente também por causa da minha adversária, muito simpática e boa jogadora (de facto, com um estilo de jogo parecido com o meu, devo dizê-lo). O segundo e terceiro jogos decorreram sem grandes incidentes, com duas vitórias da minha parte, que me colocavam agora nas meias-finais. Nesse quarto jogo, tive mais uma vez aquela sensação, e mais uma vez perdi, mas reconheço que o meu adversário foi superior, e passei a torcer por ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;   Durante todo o torneio (todo o torneio), eram frequentes os vários episódios de divertimento da minha parte: jovens chatos (um era de leste) a perguntar quando é que jogavam, e se podiam jogar agora, sempre de um lado para o outro; passagens de objectos da varanda da assistência cá para baixo, e vice-versa, recorrendo a números de equilibrismo que no circo teriam grandes aplausos; outros a passear um preservativo cheio de ar, como se fosse um balão, todos contentes; uns a atirar bolas de papel à cabeça de outros (acho que eram os mesmos do equilibrismo); ser interpelado por participantes, perguntando se eu era um tal de não-sei-das-quantas; houve até um que, tendo sido eliminado, antes de sair me cumprimentou, dizendo qualquer coisa como: “Parabéns, ganhaste!” (aquilo deixou-me feliz, mas, tendo em conta que a única vez que ele me tinha observado a jogar fora quando eu perdi pela primeira vez, fiquei a duvidar um pouco do estado mental do jovem…); entre outras façanhas…&lt;/p&gt;   E, como quem corre por gosto não cansa, nem dá pelo tempo a passar, estávamos quase no final desta competição. Veio então a parte de que todos parecem ter gostado mais: o ‘lanchinho’… Pelo que percebi, o lanche foi uma ideia da organização que contou com a colaboração de várias pessoas envolvidas. Uma ideia que se concretizou deliciosamente. Devo dar os parabéns, porque estava muito bom (não fossem os habituais esfomeados que devoram logo as melhores partes enquanto o diabo se prepara para esfregar um olho). Enquanto comíamos, assistíamos à tal finalíssima (os poucos que preferiam ver o jogo a andar de volta da mesa).&lt;br /&gt;&lt;p&gt;   No final, não ganhou o rapaz que me derrotou, e que eu queria que ganhasse, mas, enfim, só me resta dar os parabéns a toda a gente, gostei!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E lá fui eu para casa, com o sol ainda alto, olhando o horizonte, sistematicamente maravilhado com a beleza dos céus (como já é habitual), não derrotado, mas sim vitorioso, porque foi um daqueles eventos em que vale a pena participar…&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-6832533123873095885?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/6832533123873095885/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=6832533123873095885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/6832533123873095885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/6832533123873095885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2009/05/o-carolina-open.html' title='O &quot;Carolina Open&quot;...'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-7153300882700690741</id><published>2009-01-29T10:11:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T10:22:20.075-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='historinhas'/><title type='text'>Portugal em 1934</title><content type='html'> Era uma vez uma aranhinha chamada Salazar, que vivia num país chamado Portugal. Essa aranhinha sabia fazer contas, mas era entediante e solitária.&lt;br /&gt; Certo dia, Salazar "chegou ao poder" e criou o Estado Novo, que era uma ditadura, e dizia às pessoas, principalmente, o que não deviam fazer. Enquanto tecia as suas teias, Salazar conseguiu manter um equilíbrio orçamental, mas o seu regime tinha demasiadas parecenças com o fascismo para que pudesse ser considerado "bonzinho": só ele é que mandava, tinha homens maus que faziam coisas más a pessoas boas e más, e não deixava que dissessem mal dele. Apesar disso, consentia alguma liberdade às artes e literatura (desde que não transmitissem aquilo que ele não queria), talvez para entreter ou por não compreender muito bem. A "Mensagem", de Fernando Pessoa, foi publicada em 1934, um ano a seguir à implantação deste regime.&lt;br /&gt; E a aranhinha Salazar viveu feliz para sempre (até cair da cadeira).&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PM&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(elaborado no âmbito da disciplina de Português do 12º ano)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-7153300882700690741?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/7153300882700690741/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=7153300882700690741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7153300882700690741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7153300882700690741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2009/01/portugal-em-1934.html' title='Portugal em 1934'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-7395823584419397138</id><published>2008-12-07T06:21:00.000-08:00</published><updated>2008-12-07T06:49:20.149-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Folhas soltas'/><title type='text'>"Poema da Treta" - Pedro Ribeiro</title><content type='html'>&lt;p&gt;Ora bem, após algum tempo sem escrever nada neste blog, ao qual não parece haver mais visitas do que aquelas que eu faço (se calhar até é melhor assim...), decidi publicar um poema escrito por um amigo meu, Pedro Ribeiro, um gajo porreiro, que apresenta claras marcas de Futurismo, Modernismo, Interseccionismo, e algumas semelhanças com Alberto Caeiro, assim como com muitos outros...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"&lt;strong&gt;Poema da Treta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era uma bela manhã&lt;br /&gt;Numa pálida e escura noite.&lt;br /&gt;O sol brilhava forte&lt;br /&gt;E a chuva enchia as ruas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era uma estranha tarde,&lt;br /&gt;Com uma estranha brisa,&lt;br /&gt;E eu estranhei nela&lt;br /&gt;Um estranho frio gelado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era uma feia rapariga,&lt;br /&gt;Com borbulhas gosmentas,&lt;br /&gt;Rebentavam e delas saía&lt;br /&gt;Bolas de sebo nojentas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um gato lindo e fofinho&lt;br /&gt;Atravessava a estrada apressado.&lt;br /&gt;Um camião passou&lt;br /&gt;E o gato ficou esborrachado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E depois voou alegre,&lt;br /&gt;Como voa um esquilo,&lt;br /&gt;Em direcção às árvores&lt;br /&gt;Para comer as bolotas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Era um belo poema,&lt;br /&gt;Escrito por um idiota.&lt;br /&gt;Comeu um pão com queijo&lt;br /&gt;E deixou de lado a compota.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois veio a salsicha,&lt;br /&gt;Com maionese e mostarda.&lt;br /&gt;Faltava só o pão,&lt;br /&gt;E comi a rabanada."&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cá está, um magnífico trabalho!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parabéns e obrigado!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-7395823584419397138?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/7395823584419397138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=7395823584419397138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7395823584419397138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7395823584419397138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2008/12/poema-da-treta-pedro-ribeiro.html' title='&quot;Poema da Treta&quot; - Pedro Ribeiro'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-2332263514328057376</id><published>2008-03-22T09:46:00.000-07:00</published><updated>2009-01-30T15:09:10.352-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos d&apos;um Guerreiro'/><title type='text'>Os Totil Flamejantes</title><content type='html'>Tudo começou numa terça-feira, na última semana de aulas do 2º Período. O tempo estava bom, uma temperatura amena, com sol... Condições boas demais para esta altura do ano. Eu sabia que isto era um sinal dos deuses e que algo iria acontecer.&lt;br /&gt;Estávamos já no fim da aula de Educação Física, quando ouço uma voz vinda dos confins do Universo: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quem mais se quer inscrever no Peddy-paper?&lt;/span&gt;". Era o stôr. O meu primeiro pensamento foi: "Peddy-paper? Hehe... Quem será o tone que se quer inscrever nisto?". Ninguém se oferecia, mas o nosso professor era um dos organizadores, e não saiu dali enquanto não arranjou quatro pobres coitados para formar uma equipa. Um deles era, claro, eu! Era então a altura de escolher um nome. Como nem sequer nos passava pela cabeça levar isto a sério, acordamos que o nome seria "Os Totil Flamejantes", mais estúpido não há!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias passaram, e, no último dia de aulas, bem à tardinha, lá estávamos nós, prontos para ficar em últimos e gozar com a situação. Tendo em conta os nossos objectivos, estávamos a ser bem sucedidos: em primeiro lugar, quando já a maior parte estava na sala, como tinha sido combinado, nós ainda estávamos no recreio a jogar com uma bola de ténis, e ainda nos faltava um elemento, que estava atrasado, pelo que chegamos um pouco atrasados à sala, mas não em último (há sempre alguém que chega depois); para além disto, éramos a única equipa que não estava devidamente equipada "Se tivermos de nos equipar, já temos uma desculpa p'ra faltar", este era o nosso pensamento.&lt;br /&gt;Começou então a explicação de cada uma das etapas do "Carolina Sem Fronteiras", sim, era esse o nome da competição; parabéns à turma que organizou este evento e que teve a ideia deste nome tão engraçado.&lt;br /&gt;Quando o nosso stôr deu o sinal de partida, todos saíram a correr da sala, todos excepto nós, hehe... Ainda ficámos lá um bocado, para gozar um pouco, enquanto um professor nos filmava com a sua câmara toda catita.&lt;br /&gt;Decidimos que iríamos fazer isto com toda a tranquilidade, um pouco à imagem do nosso amigo Paulo Bento, que, para além de ser sportinguista, é um bocado lento, coitadito...&lt;br /&gt;Tivemos de realizar actividades relacionadas com Educação Física (sem ordem pré-definida) e responder a algumas perguntas. Para encontrar as actividades, que estavam espalhadas por toda a escola, cada equipa foi munida de um mapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira actividade que realizámos foi a "Sobre Rodas". Eu devia ter desconfiado que a razão pela qual o nome não falava de patins era porque, simplesmente, aquilo não eram patins, mas pretendiam ser. Apesar disso, consegui não cair, mas não evitei fazer figura de parvo ao andar naquilo.&lt;br /&gt;De seguida, fomos para uma etapa cujo objectivo era transportar bolas de ténis numa colher-de-pau, segurando-a com a boca, enquanto se percorria um circuito com obstáculos, e, no fim, pegar na bola e deitar algumas latas abaixo. Até foi giro, mas nenhum de nós conseguiu deitar uma lata abaixo.&lt;br /&gt;Depois, tinhamos que acertar com uma bola de futebol e outra de andebol nuns buracos que haviam na baliza. Apenas um dos nossos elementos conseguiu tal proeza.&lt;br /&gt;Depois disto, decidimos ir para a "Actividade Surpresa". O objectivo era cantar, num daqueles programas de karaoke para a PlayStation, mas mais tarde viria a descobrir que a surpresa era o facto de apenas um microfone funcionar. Isto revelou-se deveras engraçado, porque quatro pessoas a cantar num só microfone não é para qualquer um!&lt;br /&gt;Posteriormente, fomos para a actividade que não me lembro o nome, mas que consistia numa corrida de carrinhos de compras: um a guiar e outro lá sentado. Tirando o pormenor que quase morria devido à má condução da minha colega, foi fixe até!&lt;br /&gt;Na próxima etapa, fomos uns verdadeiros guerreiros lusitanos! Batemos um recorde! Era assim: haviam duas pranchas de madeira com sítios para pôr os pés, uma espécie de esquis para quatro, e tínhamos de dar uma voltinha com aquilo no menor tempo possível. Através da nossa coordenação e coragem, conseguimos uns fantásticos 34 segundos! Gostei!&lt;br /&gt;Nós estávamos a gozar com a situação, mas, de facto, estava a ser divertido, apesar de os membros da turma organizadora que estavam em cada etapa se começarem a rir quando dizíamos que éramos os "Totil Flamejantes"... Já só faltavam duas etapas!&lt;br /&gt;Fomos então para a escalada, "Sobe e Toca" era o nome. Isto porque o objectivo era subir e tocar num sininho que estava lá em cima. Apenas dois elementos podiam participar. Eu? Decidi prestar apoio moral.&lt;br /&gt;Na última prova que realizámos, tínhamos que andar de andas, enfim, nada de especial...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto não estávamos a realizar nenhuma prova, íamos respondendo às questões. Era giro ver que, ao passo que nós andávamos nas calmas, os outros grupos andavam a correr, parecia mesmo que levavam aquilo a sério!&lt;br /&gt;A hora marcada para a chegada à sala era às 16:30. Nós chegámos antes. Entregamos a nossa folha e esperamos cerca de 15 min. pela contagem dos pontos.&lt;br /&gt;Entrámos todos na sala e sentámo-nos. O stôr ia chamando as equipas pela ordem decrescente da classificação. As nossas espectativas eram baixas, e começámos a ficar surpreendidos quando o nosso nome demorava a aparecer.&lt;br /&gt;Bom, depois de muitas vezes dizermos "Eu não acredito...", sim, ficámos em primeiro lugar! Não dava mesmo para acreditar que nós, os Totil Flamejantes, que entrámos só para o gozo, tínhamos ganho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os participantes receberam uma mochila da Lipor. Os que ficaram em segundo lugar ganharam uma t-shirt, e os grandes vencedores uma Diciopédia X.&lt;br /&gt;Mais importante que todos os prémios é, e para além do orgulho que foi, a lição que se tira desta história: quatro guerreiros que se glorificaram não pela força ou sangue, mas através da tranquilidade, inteligência e consciência de que não se deve levar as coisas demasiado a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-2332263514328057376?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/2332263514328057376/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=2332263514328057376' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/2332263514328057376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/2332263514328057376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2008/03/os-totil-flamejantes.html' title='Os Totil Flamejantes'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-7909422207286574827</id><published>2008-03-15T11:43:00.000-07:00</published><updated>2008-09-15T11:52:42.514-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='historinhas'/><title type='text'>Racionalismo (Des)Cartesiano</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;]&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pequena nota introdutória:&lt;/span&gt; este texto exprime de uma forma irónica e caricata o ponto de vista do autor, e não deve ser usado de maneira nenhuma como meio para o estudo da Filosofia![&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; René Descartes era um senhor que gostava muito de Matemática, até fez umas descobertazinhas, pelo que consta.&lt;br /&gt; Certo dia, enquanto olhava para uns livros de Filosofia, e constatava que aquilo pouco tinha a ver com a Matemática, objectiva e universal, de que ele tanto gostava, ele disse para um velho que estava a seu lado: " Porque é que a Filosofia, e as questões que ela coloca, são tão subjectivas? Já sei! Vou aplicar a Matemática à Filosofia, de modo a obter respostas universais e claras às questões postas através dos séculos!". E, ignorando o facto de o velho ter ficado paralisado, e ter mesmo caído para o lado quando ele disse qualquer coisa como "deitar a casa abaixo", René meteu mãos à obra.&lt;br /&gt; Começou então a duvidar de tudo, e ditou quatro regras:&lt;br /&gt; - Regra da análise: separar tudo (até o velho da sua bengala [já não precisava dela, estava a salivar estendido no chão!] );&lt;br /&gt; - Regra da síntese: voltar a reunir ("ok, velhinho, pega lá, não é que te valha de muito, não é?...")&lt;br /&gt; - Regra da enumeração: fazer listas (mais ou menos como quando se vai às compras)&lt;br /&gt; - Regra da evidência racional: nunca tomar como certo nada que não seja claro e distinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas como iria Descartes viver, pondo em causa tudo o que o rodeava e tudo o que lhe tinham ensinado?&lt;br /&gt; Apesar de todas as suas duvidas, ele decidiu instaurar uma moral provisória, que era a forma como ele viveria até descobrir o que era mesmo real.&lt;br /&gt; Descartes questionou-se sobretudo acerca da experiência/sentidos (será que o cheiro a urina que ele sentia não significava que o velho era incontinente?); dúvida da razão (será que os raciocínios eram mesmo de fiar?); dúvida do sono e vigília (o que é mais real? O que eu vivo durante o sono, ou o que vivo quando estou acordado? "Boa pergunta" - disse o velho, que já começava a gostar da ideia de poder andar normalmente, sem se urinar, como os seus sonhos o diziam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No meio disto tudo, René conseguiu chegar a uma primeira certeza: "Cogito Ergo Sum" - disse ele, de uma maneira um pouco atrapalhada (razão pela qual o velho se começou a rir, desdentado e ignorante, urinando-se mais uma vez). Mas não, ele não tinha endoidecido, aquelas palavras significam "penso logo existo". Esta verdade é clara e inabalável, portanto servia a Descartes.&lt;br /&gt; A partir daí, René utiliza esse critério de verdade, e chega à conclusão que existem três tipos de ideias: ideias inatas [advém da razão]; ideias adventícias (bonito nome) [da experiência]; ideias factícias [imaginação].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E, depois, tragédia (!), Descartes prova a existência de Deus através da razão, e não a partir de livros nada engraçados! E prova-o da seguinte maneira:&lt;br /&gt; - Argumento ontológico- a perfeição implica a existência (mas perfeita, perfeita, só a SuperBock sem álcool... é que é perfeita!): ou seja, nós temos a ideia de perfeição, isso quer dizer que esta existe.&lt;br /&gt; - Causa da ideia de perfeição- se nenhum homem é perfeito, então como é que temos a ideia de perfeição? Foi Deus, claro!&lt;br /&gt; - Causa da existência do homem- o homem existe, e tem a ideia de perfeição, porquê? Porque Deus o criou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto, era oficial, Deus existe mesmo! E, se existe, vai implicar a validade da razão (ideias inatas), ideias como a alma, Mundo, e o próprio Deus. É verdade, todos os homens (e mulheres talvez) têm estas ideias. Deus é, então, o garante dele próprio, da alma, e do Mundo.&lt;br /&gt; Toda esta conversa já começava a agradar ao velho (que neste momento já quase se tinha levantado), constatando que não só aquilo que a sua razão lhe dizia era válido, mas também que não podia ter a certeza quanto aos seus sentidos. Boa! Agora ninguém poderia provar que ele era incontinente, para além de a sua cara parecer um ovo mal estrelado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Descartes soltou uma gargalhada, fazendo dançar o seu bigode diabolicamente.&lt;br /&gt; Ia já a caminho de casa (trauteando uma marcha do exército) quando, de repente, se lembrou: "Ah, é verdade, a Ciência é possível e válida, portanto pode coexistir com a Filosofia, e... bolas! Será que as fezes de cão que acabei de calcar são mesmo reais?"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PM&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(elaborado na véspera de um teste de filosofia)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-7909422207286574827?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/7909422207286574827/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=7909422207286574827' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7909422207286574827'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/7909422207286574827'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2008/03/racionalismo-descartesiano.html' title='Racionalismo (Des)Cartesiano'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4903892184255752096.post-3507320636693489965</id><published>2008-03-15T11:32:00.000-07:00</published><updated>2008-03-15T11:36:50.034-07:00</updated><title type='text'>Contos de um Guerreiro...</title><content type='html'>Pois bem, decidi criar um Blog!&lt;br /&gt;É verdade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho grandes expectativas em relação a isto, simplesmente vou escrevendo alguns episódios da minha monótona vida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão visitando, pode ser que isto até tenha alguma graça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHEERS&lt;br /&gt;PM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4903892184255752096-3507320636693489965?l=epicpm.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://epicpm.blogspot.com/feeds/3507320636693489965/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=4903892184255752096&amp;postID=3507320636693489965' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/3507320636693489965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4903892184255752096/posts/default/3507320636693489965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://epicpm.blogspot.com/2008/03/contos-de-um-guerreiro.html' title='Contos de um Guerreiro...'/><author><name>PM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14607718492809741042</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16777965584043508641'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>